quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

14º aula: Nos domínios do Nada

Quantas perguntas serviram de motor para as conquistas e quantas coisas o homem já criou. Algumas bastante úteis já outras... Se tem alguma utilidade, ela inda não foi inventado. Mas aguardemos: existe louco para tudo e não há nada que a imaginação não crie!
Brincamos de ser Deus, e que seja feita a nossa vontade. Ordenamos: Que se faça a luz ou os cálculos e ambos se fazem. Buscamos um significado para vida, mas nem mesmo sabemos o que ela é. Inventamos coisas, temos as pessoas por perto e usamos nossas coisas, embora vivemos em um mundo onde em geral, se tem as coisas e usa-se as pessoas.
Tudo queremos para satisfazer nossos desejos, antes de calarmos na noite do tumulo, em experiência ligeira da vida. Quando se vê a vida se foi e o que resta? Pó e nossos inventos. Criamos e pensamos demais, mas sentimos de menos. Nos mares culturais somos os timoneiros sem morte, perdidos no meio de nossas criações e meio aos vultos já criados.Aprendemos equações, a historia, as línguas, mas não aprendemos a amar. Não podemos inventar o amor. Então nada somos...

 

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